O que foi feito
Estruturamos o canal de aquisição digital de uma consultoria tributária B2B especializada em incentivos fiscais e adaptação à Reforma Tributária, pela jornada GVED (Diagnóstico → Implementação → Operação).
O trabalho partiu de um diagnóstico do que já existia — Meta Ads ativo, mas sem rastreamento de origem dos leads e sem estrutura de funil por temperatura de público. A partir disso, definimos o ICP por produto (Reforma Tributária e Lei do Bem), estabelecemos os critérios de oportunidade (cargo, porte e intenção declarada no formulário) e reestruturamos as campanhas no Meta Ads com CBOs segmentados por tema, somadas a Google Ads de fundo de funil para capturar a intenção ativa.
Também foi implementado o loop de qualidade: o status de cada lead no CRM (reunião agendada, proposta, fechamento) volta a orientar a mídia — o algoritmo aprende a trazer oportunidade, não volume. O resultado é uma base em que mais de 80% dos leads chegavam qualificados (MQL) — cargo decisor, empresa no porte-alvo e interesse real, não apenas curiosos.
Resultados
Otimizamos pela métrica que importa: Oportunidade (lead que chega a reunião agendada ou é qualificado pelo time comercial) e CPO (custo por oportunidade) — não CPL nem cliques.
| Métrica | Resultado |
|---|---|
| Oportunidades qualificadas (reunião agendada+) | 151 |
| CPO (vertical de melhor performance) | a partir de R$ 179 |
| Taxa de qualificação (Lead → MQL) | 82–90% |
| Conversão Lead → Oportunidade | 33–41% |
| Leads gerados no período | ~495 |
| Período | Jan–Mai 2026 |
A vertical Lei do Bem entregou o melhor CPO (R$ 179) — cerca de 45% mais eficiente que a vertical mais ampla —, validando a segmentação por produto e ICP como o motor de eficiência da operação.