O que foi feito
Estruturamos a geração de demanda de um ERP B2B especializado em distribuidoras e representações comerciais — produto recorrente, ciclo de venda consultivo e múltiplos ângulos de dor possíveis (app de vendas externas, suporte rápido, cobertura fiscal/NFC-e na Reforma Tributária).
O trabalho seguiu a jornada GVED (Diagnóstico → Implementação → Operação), com CRM integrado (via automação) registrando cada etapa comercial. Isso permitiu otimizar pela métrica que importa: Oportunidade (lead que avança para reunião/negociação) e CPO, não CPL nem volume de formulário.
O diferencial do caso foi a inteligência de funil: ao ler quais ângulos e quais perfis de ICP viravam oportunidade de verdade, a operação concentrou verba nos vencedores e cortou o que só gerava clique. O ângulo NFC-e/Reforma Tributária e o ângulo "app do vendedor externo" se provaram os motores — e o ICP de distribuidoras converteu lead em oportunidade a até 35%.
Resultados
| Métrica | Resultado |
|---|---|
| Oportunidades qualificadas | 26 |
| CPO (ângulos vencedores) | R$ 299 a R$ 467 |
| Conversão Lead → Oportunidade (ICP primário) | até 35% |
| CPL (campanha-motor) | R$ 120 (meta ≤ R$ 150) |
| Métrica-rainha | Oportunidade / CPO |
O aprendizado central: o problema raramente é o público — é o discurso. O mesmo ICP que não convertia num ângulo genérico ("ERP completo") virava oportunidade a 35% quando a mensagem batia na dor certa. A GVE entrega a Oportunidade qualificada ao comercial; o fechamento, com seu ciclo consultivo, corre do lado do cliente — e é por isso que medimos e otimizamos por CPO.