O que foi feito
Estruturamos o primeiro canal de aquisição digital escalável para um fabricante B2B de acessórios de malha personalizada — um segmento de nicho industrial sem histórico de mídia paga. Começou do zero, com verba inicial de R$ 1.000.
O trabalho seguiu a jornada GVED (Diagnóstico → Implementação → Operação): definição de ICP e dos critérios de qualificação (perfil de cargo, porte do comprador e, sobretudo, o tamanho do pedido — o sinal de qualidade mais forte neste mercado), campanhas no Meta Ads (prospecting + retargeting) e Google Ads, com iteração contínua de ângulos.
Na Operação, a alavanca deixou de ser custo (já impecável) e passou a ser qualificação por porte de pedido: ao ler qual ângulo e qual público traziam compradores de lotes maiores, concentramos verba no retargeting e no ângulo "CTA direto para orçamento" — exatamente os que puxam pedidos grandes. O resultado é uma base que cresce em volume e em qualidade ao mesmo tempo.
Resultados
Num nicho industrial aquecido, o sistema entregou volume a um CPL muito abaixo do benchmark B2B (R$ 50–150) — e, com a otimização por porte, a fatia de compradores de grandes lotes vem subindo:
| Métrica | Resultado |
|---|---|
| Total de leads gerados | ~992 (e crescendo) |
| CPL combinado (Meta) | R$ 4,80 — ~10× abaixo do benchmark B2B |
| Leads que pedem 100+ peças | 27% (e 8% acima de 500 peças) |
| Fit de ICP | 90% confirmam fabricar uniformes |
| Melhor ângulo (qualificação) | "CTA direto para orçamento" — até 35% pedindo 100+ peças |
O aprendizado central: com o custo já resolvido, a alavanca é a qualidade. O retargeting com o ângulo certo atrai compradores de lotes maiores — e a operação migra do "muitos leads" para "os leads certos". O próximo passo é fechar o loop com CRM, para medir a conversão de oportunidade ponta a ponta.